Evidências científicas apontam para os malefícios dos cigarros eletrônicos
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Evidências científicas apontam para os malefícios dos cigarros eletrônicos

Após uma falsa ideia de que os vapes seriam menos prejudiciais do que o cigarro tradicional, evidências científicas e aumento de usuários leva países a endurecer regras contra os dispositivos

A ciência tem conhecimento há muito tempo que a nicotina causa dependência química e que o uso do cigarro comburente está associado a diversas doenças graves, como o câncer de pulmão. Passado uma década desde que os dispositivos eletrônicos se popularizaram entre os jovens, o aumento de evidências científicas cada vez mais robustas desfazem o mito de que essa forma de fumar seja inofensiva.

Desde 2019 existe uma designação exclusiva para os malefícios causados pelo uso do cigarro eletrônico: EVALI (E-cigarette or vaping use-associated lung injury) ou Doença Pulmonar Associada ao Uso de Produtos de Cigarro Eletrônico ou Vaping. Estudos publicados em revistas científicas alertam para surtos de EVALI e a preocupação de que nunca uma geração de fumantes inalou tanta nicotina, já que substâncias aromatizantes mascaram o ato e o desconforto da queima de alcatrão.

Neste episódio do podcast de Biotech & Health, Camila Pepe e Carolina Abelin recebem a Coordenadora da Comissão Científica de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, Maria Enedina Scuarcialupi para refletir porque países como o Reino Unido estão endurecendo regras contra os dispositivos eletrônicos e como encarar a realidade brasileira, onde o cigarro eletrônico é proibido, mas os jovens têm fácil acesso.

Ouça o podcast na íntegra a seguir.

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