O que modelos internacionais podem ensinar ao Brasil?
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O que modelos internacionais podem ensinar ao Brasil?

Pesquisadora Aline Silva traz referências globais de participação social na saúde em episódio do podcast Patient Voice e destaca que o paciente deve ser visto não apenas como alguém afetado, mas como um parceiro detentor de conhecimento próprio

A pesquisadora em ciências da saúde e presidente do Grupo de Envolvimento de Pacientes e Cidadãos em ATS do Health Technology Assessment International (HTAi), sociedade científica e profissional dedicada à Avaliação de Tecnologias em Saúde, Aline Silva é a entrevistada do novo episódio do podcast Patient Voice.

Ela traz a visão do cenário global da participação social na tomada de decisão sobre a oferta de novos medicamentos e terapias pelos sistemas de saúde. Aline destaca que não existe um modelo único, mas que países como Canadá, Reino Unido e Austrália oferecem boas referências. Para a especialista, uma participação efetiva precisa ser estruturada, planejada, transparente e baseada em objetivos claros.

Esse tipo de ferramenta tem grande relevância, uma vez que o paciente possui conhecimentos e experiências que complementam a evidência científica; além de ter um lugar de fala que legitima o processo, aumentando a transparência e a credibilidade. Porém a pesquisadora ressalta que não basta convidar pacientes para participar. É necessário capacitar pacientes e profissionais, oferecer recursos e tempo adequados e estabelecer claramente as responsabilidades de cada parte, para não incorrer em uma contribuição vazia e que não acrescente informações importantes para a discussão.

Ouça o podcast na íntegra!

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