A estudante Silvia Medeiros é hoje uma paciente dedicada ao tratamento multidisciplinar que segue para impedir a progressão da ataxia de Friedreich (doença genética rara e degenerativa que afeta o sistema nervoso e os movimentos). Mas nem sempre foi assim. Em entrevista à MIT Technology Review Brasil, ela relata como foi resistente logo no início do diagnóstico, e como ter contato com outros pacientes e experiências mudou sua visão.
Silvia comenta ainda sobre o medo de sofrer preconceito no mercado de trabalho e que deseja atuar como nutricionista sem ser reduzida a uma profissional que tem uma doença rara. A estudante também destaca a importância do apoio da família e amigos.
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