Solução desenvolvida por pesquisadores brasileiros acelera tratamento de queimaduras e diminui custos
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Solução desenvolvida por pesquisadores brasileiros acelera tratamento de queimaduras e diminui custos

Elástica e rica em colágeno, pele de tilápia vira curativo biológico nas mãos de cientistas da Universidade Federal do Ceará

As pesquisas com a pele de tilápia começaram em 2015 na Universidade Federal do Ceará. Mais de uma década depois, o estado está prestes a abrigar a primeira fábrica de curativos biológicos manipulados com o insumo do peixe de água doce.
A biotecnologia desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos (NPDM) consiste em um curativo de pele liofilizada, que é uma desidratação sob congelamento e vácuo.

No episódio desta semana do podcast de Biotech & Health, o diretor do NPDM, professor Odorico de Moraes detalha os primeiros passos da inovação e as pesquisas em curso para novas aplicabilidades com a matéria-prima, uma vez que a pele de tilápia tem características muito interessantes como a elasticidade e a riqueza em sua composição de colágeno do tipo 1.

Segundo Odorico, no uso regenerativo de queimaduras, o biocurativo acelera a cicatrização em 10% a 15%, melhora a dor e índice de infecção, além de diminuir o custo em 70% comparando com o tratamento padrão hoje do SUS para queimaduras de segundo e terceiro graus.

Ouça o podcast na íntegra!

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