Entre 2020 e 2025, o congelamento de óvulos cresceu mais de 130% no Brasil (Sistema nacional de produção de embriões), enquanto o de embriões aumentou mais de 60%. Os números refletem mudanças nos planos de maternidade, além dos avanços nas técnicas de reprodução assistida.
A vitrificação, método de congelamento ultrarrápido, e o uso de inteligência artificial para auxiliar na avaliação de óvulos são exemplos de como a tecnologia pode ampliar as possibilidades da reprodução humana.
No novo episódio do podcast Biotech and Health, da MIT Technology Review Brasil, o professor da Unifesp e especialista em reprodução humana, Eduardo Motta fala sobre o crescimento dessa prática, como o procedimento funciona e a melhor idade para optar por um congelamento de óvulos.
Segundo o ginecologista e obstetra, a mudança de comportamento da sociedade é a maior responsável pelos índices de crescimento, o que leva a uma discussão sobre natalidade, reposição populacional e políticas públicas de oferta de reprodução assistida no sistema público.
A evolução da medicina e a introdução de novas tecnologias também moldam os próximos passos. Edição de genes para evitar doenças, bebês geneticamente projetados…
O que vem por aí? Ouça o podcast na íntegra!



