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No podcast da MIT Technology Review Brasil desta semana, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam a criopreservação, prática que propõe armazenar corpos ou cérebros a temperaturas extremamente baixas após a morte, com a expectativa de que avanços científicos futuros possam permitir algum tipo de reanimação.
A técnica envolve processos complexos de preservação celular para evitar danos causados pelo congelamento e já é oferecida por algumas empresas, com planos que podem chegar a centenas de milhares de dólares. Ainda assim, a probabilidade de trazer alguém de volta à vida permanece extremamente baixa segundo o conhecimento científico atual.
O debate, no entanto, vai além da possibilidade de ressuscitar corpos. A discussão inclui limites biológicos da longevidade, avanços em biotecnologia e até hipóteses mais especulativas, como a reconstrução do organismo célula a célula ou a transferência da mente para sistemas digitais.
Entre ciência, filosofia e tecnologia, a criopreservação continua alimentando uma pergunta antiga. Até onde a ciência pode ir na tentativa de estender a vida?
Ouça o episódio completo e entenda como pesquisadores e empresas estão tratando esse tema.
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