A chegada do ser humano à Lua ficou no século passado, com as missões Apollo (entre 1961 e 1972), mas o nosso satélite natural nunca deixou de ser objeto de admiração, pesquisa e outras missões não tripuladas, utilizando robôs.
Desde 2017, voltamos a viver a possibilidade do retorno dos seres humanos à Lua por meio do programa Artemis, da Agência NASA, que iniciou a segunda missão na noite de 1/4, mais precisamente às 19h35 (horário de Brasília), após a decolagem do foguete Space Launch System (SLS) com a cápsula Orion e uma tripulação de quatro astronautas.
Apesar de tripulada, a missão Artemis II ainda não terá uma pessoa pisando na Lua novamente, o que aconteceu pela última vez em 1972. Mesmo assim, ela traz a lembrança deste evento para o presente e aumenta a expectativa de que isso aconteça em um futuro bem próximo, com a missão Artemis III, prevista para 2027.
Na MIT Technology Review Brasil, essa retomada vem sendo acompanhada, não como um evento isolado, mas como a formação de uma nova disputa tecnológica, industrial e geopolítica em torno da Lua, além de um campo aberto para descobertas e avanços científicos.
Ao longo dos últimos anos, temos tratado das prioridades científicas da NASA para a superfície lunar, da escolha da Starship, da SpaceX, como sistema de pouso para futuras missões e das turbulências e atrasos do programa Artemis, assim como da construção de infraestrutura privada para a presença humana no satélite, como a rede celular lunar da Nokia, e, claro, do papel de protagonismo que a China também passou a assumir nessa disputa pelo espaço.
Enquanto acompanhamos os dez dias da missão Artemis II, confira uma leitura sintética sobre como a Lua voltou ao centro da corrida espacial no Instagram da MIT Technology Review Brasil.


